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É o fim do amor sincero que senti
Eu amei cada vez que vi o seu olhar
E a beleza que neles encontrei me fizeram apaixonar
O mistério que queria muito desvendar
Fizeram-me com o profundo coração te amar.
O seu sorriso tão lindo era minha razão de viver
Como uma primavera florida no amanhecer
Sua beleza ao sorrir causava o encanto ao te ver
E mostrava o quanto o amor podia crescer.
E poderia falar das coisas do meu coração
Todas as vezes que sentia essa emoção
De olhar em seus olhos e procurar a paixão
Que poderia tirar-me da triste solidão.
Mas você não era sincera com o sentimento
E nem queria caminhar comigo sentindo o vento
Eu não estava junto a você em nenhum momento
Pois não fazia parte do seu pensamento.
Chorei a triste ilusão de saber que não tinha o seu amor
E no meu peito instalou-se uma profunda dor
Que carrego nos dias maus sem esplendor
Do qual não consigo me livrar seja por onde for.
É o fim do amor sincero que senti em meu peito
Do amor que não me deixa pensar direito
Do amor que desejava ser eleito
Mas que na manhã do tempo foi desfeito.
Sigo o caminho dessa triste solidão
Seus olhos foram a causa da minha ilusão
Você que sempre cativou a minha emoção
Já não é mais minha fonte de inspiração.
Poema: Odair José, Poeta Cacerense
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