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Ó Almas danadas!
Ó Almas danadas!
Sinto a obrigação de ser diferente
Daqueles que aceitam a própria mediocridade.
Só a minha consciência é julgadora dos meus actos.
Aqueles mesmos que me louvavam,
Ocultavam-se sem serem denunciados,
Salvavam-se pela infâmia.
Nem eles me metem medo,
Nem nenhum outro miserável!
Este rancor sem vingança é o inferno.
De bom grado tenho clemência
Para com os pobres diabos!
Não me acusa a consciência de o fazer,
Mero gesto de agradecimento
que abrirá mais depressa
A sepultura, o silêncio
De quem não mereceu viver.
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Comentários
Aqueles mesmos...
O inferno pintado de silêncio...
De quem não mereceu viver!
Fantástico
:-)
Ó alma danada, Grande poeta!
A Terra é o Inferno de um outro planeta.
Abençoadas seriam as ourtas criaturas, se não existisse o Homem.
Existiria um só Reino, o dos FANTÁSTICOS!
Abraço amigo!