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Ó Almas danadas!

 Ó Almas danadas!

Sinto a obrigação de ser diferente
Daqueles que aceitam a própria mediocridade.
Só a minha consciência é julgadora dos meus actos.

Aqueles mesmos que me louvavam,
Ocultavam-se sem serem denunciados,
Salvavam-se pela infâmia.

Nem eles me metem medo,
Nem nenhum outro miserável!
Este rancor sem vingança é o inferno.

De bom grado tenho clemência
Para com os pobres diabos!
Não me acusa a consciência de o fazer,
Mero gesto de agradecimento
que abrirá mais depressa
A sepultura, o silêncio
De quem não mereceu viver.

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sábado, março 10, 2012 - 17:48

Poesia :

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topeneda

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Comentários

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Aqueles mesmos...

O inferno pintado de silêncio...

 

De quem não mereceu viver!

 

Fantástico

 

:-)

imagem de topeneda

Ó alma danada, Grande poeta!

A Terra é o Inferno de um outro planeta.

Abençoadas seriam as ourtas criaturas, se não existisse o Homem.

Existiria um só Reino, o dos FANTÁSTICOS!

Abraço amigo!

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