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“Crepúsculo da vida”
Aonde vais ó tempo
Que comes o suor da carne
Que levas nas mãos pensamentos
Com ventos, surto de enfarte
Plantas de goma, tintas de flor madura
Cheiro de gentes atarefadas
Vozes contentes, marcas de formosura
Lágrimas e sorrisos,
Lamentos e bengalas cansadas
Marcas de mim, estrofe desiludida
Olhos de ver, campos perturbados
Horizonte caído, crepúsculo da vida
Dia vencido, carinhos sacrificados
Onde vais, ó tempo, que me refinas
Nos lábios encontro paladares salgados
De ti vaio, quando me animas
Teus fôlegos, brios, olhos molhados.
***
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Comentários
Belíssimo!Amei! Parabéns!
Belíssimo!Amei!
Parabéns!
Muito obrigado por
Muito obrigado por comentar.
"Crepúsculo da vida" nasceu como um suspiro que se evade do coração em memória do tempo, esse, que molda toda a emoção.
Abraço amigo.
“Crepúsculo da vida”
Lindo poema, gostei!
Meus parabéns,
Marnedulinski
É sempre bom saber que o
É sempre bom saber que o Mundo ainda é lindo; há parte da maldade que o Homem lhe dá. Mas, mesmo assim, ainda vagueia nos corações a agressividade do tempo que nos deixa memórias jovens para acalmar aqueles momentos de solidão.
Obrigado por comentar e melhor que tudo: apreciar, ou confortar.
Grande abraço.