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"AMARGURA"
Exilei-me de mim, já nada importa…
Calai-vos murmúrios incipientes
A minha voz segreda lamentos
Que o vento abandona na tua vidraça
Que a chuva limpa com mãos de granizo
Enquanto a noite adormece cansada!
Calai-vos espíritos soterrados na loucura
A minha dor é uma certeza acorrentada
À maresia estática dos meus olhos
À nostalgia corrosiva dos meus sonhos
Que se engrandecem de férteis amarguras
Exilei-me de mim… já nada importa!
Agora que os rios me atulham de lodo
Agora que me afundo já sem réstia de fôlego
A minha alma flutua como pomba morta
Exilada de mim… para longe esvoaça
Exilei-me de mim… já nada importa!
Autoria: Vóny Ferreira
3/6/2008
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Poesia :
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Comentários
Re: "AMARGURA"
Um isolamento, que te permite entrar em ti.
Agora entendi...nem lembrava deste poema
Interessante!!!
Um beijo meu
Re: "AMARGURA"
Exilar-se é reprimir a vida
é não ver o pó da estrada
sentir as dores contidas
no frio da madrugada
É prender a alma em correntes
elos feitos de aço frio
amordaçar o coração que dormente
cala-se triste e vazio...
Não se exile a ponto de não sentir mais
o pulsar da vida
Um beijo