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Comum

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Há tanto Zé, chamado de mane, que andam na sola do pé,
No mundo existe tanto João, implorando por pedaços de pão,
Mendigando as margens da estação.
Quantos e quantos Pedros, que vivem em desespero,
Sem dinheiro, esperando por empregos,
Mas e você Maria? Quantas tem teu nome, que morrem de fome,
Que vivem padecendo com o tempo.
Flores raras que não sentem alegria, feitas de um perfume triste,
O perfume da vida.

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domingo, maio 8, 2011 - 20:30

Poesia :

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Pablo Gabriel

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Comentários

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Mais um lindo poema protesto de você!

Gostei muito, meus parabéns,

Marne

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