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ESCUTA
Escuta... eis o apelo, da manhãzinha;
Abre as janelas, de par em par;
Põe um sorriso, no teu olhar;
E repara, como é bela, a tua casinha.
Quem passa por ti, ser-te-á, por vizinha;
Cumprimenta-a, sem te apressar;
E ao bom-dia, dado, saberás guardar:
O teu nome, ressurgido, na tardinha.
E o que fores, de ti, em dobro terás;
Caminha...; não olhes sequer, para trás;
Que, seguramente, feliz, tu serás.
Olha, como alta vai, a manhãzinha;
Vê lá bem, como vai voando, a avezinha!
Abre a janela... e não a deixes sozinha.
Jorge Humberto
(Março/10/2003)
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Poesia :
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