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Estranhas divagações
Insidiosa maneira de ver o mundo
Na íris dos olhos arrancados
E nos escalpos carregados nos ombros
Tal como faziam os antigos
Vendedores de alhos gritando pelas ruas
Os andarilhos do tempo
Ecoam suas maldições nas redes sociais.
O amaldiçoado rei não tem pai
Nem mãe para perturbar os seus filhos
São as escórias de uma sociedade em ruínas
E respiram o mesmo ar que nós
Poluindo as narinas dos que tentam
Sobreviver em meio ao caos
Sem perceberem a fatalidade horizontal.
O que expresso aqui é uma ode ao destino
Um diálogo comigo mesmo
Para dissipar as estranhas divagações
Que me ocorrem invariavelmente
Todas as vezes que vejo esses ultrajes
A derrocada do tempo
Nada mais é do que o desespero humano.
Me falaram que viram perambular
Fantasmas pelos becos desérticos
De lugares insalubres que não se pisam
Sem correrem o risco terrível da morte
Mas mesmo assim eles insistem
Percorrerem as casas abandonas no tempo
Na esperança de renascimento.
Desculpe-me a sinceridade do pensamento
Mas é preciso ir além do óbvio
Do que é filtrado pela sociedade
Para manipulação da maioria absoluta
Que perambulam como ovelhas doutrinadas
A seguirem um ritual esdrúxulo
Que contamina as mentes dos ingênuos.
Poema: Odair José, Poeta Cacerense
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