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Igual
Cansei-me de contemplar a escravidão
E quis sair em busca da liberdade.
Atravessei o tempo, perfurei o espaço...
E vi o presente dos homens,
Mergulhado no passado,
Afundado em atitudes e estranhas leis.
Sentei-me, no vale da vida
E vi nomes trocados,
Atos (repetidos) disfarçadps...
As mesmas dores, os mesmos prantos,
A caminharem como sombras,
Por entre as gerações.
Vi a Esperança correndo,
Perdida, desgastada,
Por entre as sombras da dor.
Vi lágrimas, nos olhos do tempo
E o martírio de todos os tempos
A quem chamo de desamor.
Vi a luz tragando a escuridão
E seres perdidos e inconscientes,
Levantando véus e lutando
Para trazê-la de volta.
Vi pássaros, nos céus
E balas perdidas, velozes, abatendo-os
Sem nehuma razão.
Vi águas límpidas,
Vi pessoas se revoltando
E culpando os seus deuses.
E pessoas chorando,
Atormentadas, reclamando
Ou tentando, num último instante,
Aproximar-se do Deus dos deuses.
Vi o tempo perdido
Como em tela de televisão,
Vi repetir-se as "soluções",
Brotando descaminhos e desilusões,
No coração do povo.
Filhos do tempo, senhores da terra,
Contemplai a renovação
Que brotada do seio da Natureza,
A cada dia se refaz, se reconstrói.
Contemplai!
Ao menos contemplai!
E vereis para que vale a luta,
Para que se construiu o Universo,
para que serve a Vida
Esta prova incontestável do Amor.
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Comentários
Re: Igual
Filhos do tempo, senhores da terra,
Contemplai a renovação
Que brotada do seio da Natureza,
A cada dia se refaz, se reconstrói.
Bom poema!!!
:-)
Re: Igual
O amor torna tudo lindo, e sua poesia é perfeita...
gostei muitoooooo
Bjs na alma :-)
Re: Igual
O amor que faz tua bela poesia!Fantastico :roll:
Re: Igual
LiceSoares!
Fico feliz de te ver novamente aqui!
Transmites para mim, de que serve as lutas fratricidas, entre povos e nações, tudo perdido sem necessidade, olha-se a natureza e alheia a isso tudo, ela segue sua história de incontestável Amor! (é isso)
MarneDulinski