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Linfa

A linfa que me escorre na caixa torácica, contem litros de poesia que eu em estado de transe ponho em prática, seiva gramatical que alimenta este tronco viril, mas a poluição comercial só traz lixo e poluição, é vil, como petróleo nas águas do mar, que toda a gente sabe que existe mas ninguém se mexe para variar!

Químicos agora entopem organismo de cada um nós, mas eu luto pela pureza e naturalidade como no tempo dos meus avós, o vento que me bafeja é composto por inveja e arrogância humana, na pesca da sabedoria, ninguém morde a cana, preferem viver esta vida profana!

 

Rui Castro

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terça-feira, julho 12, 2011 - 04:09

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Famaz

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