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Morrer de Amor
Morrer de Amor!
Já muito me morrera de amores e rejeição;
Poi se morrer de amor se diz e é bem verdade;
Quem não desalentou de dor e de saudade;
É um mineral mirabolante sem direção;
Deste meu gasto coração me já detesto;
Se é indulgente errar e saber e eu errei;
Cem prantos ardores me sonharam que rejeitei;
A solidão me devora e me sonha o resto;
Extravasado ensejo que me avassalasse;
E se amores tantos me dera que me bastaram;
Desdobram-se leis dos lamentos que açoitei;
Pretensioso torpor este me designasse;
De renegar umas outras que me sonharam;
Com cem mil espadas este coração vil sangrei.
Jorge Ferreira dos Santos
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Poesia :
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