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Mortalha luminosa de meu corpo
O efeito de tua presença,
entristece-me, deixa-me tensa,
então penso no "não senso"
desta sensação imensa.
Cinza cor sem presença.
É fusca luz prateada refratada,
é baça, refletida na taça nunca bebida,
mas que mata minha sede, pervertida.
E me contento com migalha,
com "o que quer que o valha".
Por um sorriso, um olhar de narciso,
viro cambalhota, no fio da navalha!!!.
Então visto a mortalha chamada corpo.
A mortalha de meu sentimento,
negra veste do barqueiro sem porto,
parado, azul, triste e absorto,
enterrado vivo acreditando-se morto.
Mas que importa ?
A vida já me é morta há tanto,
afogada no já seco rio
chamado "Meu pranto".
Sobra então a ilusão doente,
essa fraca luz baça e fusca,
que ilumina a noite de meu ser,
dormente, não mais em busca.
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Poesia :
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Comentários
Re: Mortalha luminosa de meu corpo
Lindo Ana!! como sempre.Não há o que destacar da tua obra.Tudo em harmoniosa sincronia.Bj ;-)
Re: Mortalha luminosa de meu corpo
Tanta resignação expressa num poema tão forte e tão belo.
Muito, muito bom.
Um beijo (e força)
Re: Mortalha luminosa de meu corpo
analyra!
Mortalha luminosa de meu corpo
Mas que importa ?
A vida já me é morta há tanto,
afogada no já seco rio
chamado "Meu pranto".
Lindo Poema!
MarneDulinski
Re: Mortalha luminosa de meu corpo
Ana é difícil fazer um
comentário para você porque
eu não tenho nem palavras para dizer
o quanto gosto de sua encantadora poesia.
Simplesmente perfeito!
adoro te ler.Bjo grande :-)