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Noite de Temporal
Numa noite de temporal,
faltou-nos no fim, a luz,
o medo não foi normal,
rezamos ao pé da cruz.
Por isso, acendi'uma vela,
e logo pus sobre a cadeira,
meu Deus, parecia "novela",
pois não foi de brincadeira.
Até hoje meu cunhado "gela",
ao lembrar que faltou-lhe destreza,
pois sentou-se em cima da vela,
e saiu com a bunda acesa.
eheh...
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segunda-feira, novembro 2, 2009 - 13:39
Poesia :
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Comentários
Re: Noite de Temporal
RobertoEstevesdaFons!
Noite de Temporal
Lindo poema, mas, coitado do Cunhado!
MarneDulinski
Re: Noite de Temporal
Oi, Marne.
Na verdade, a falta de destreza também foi minha, confesso, por colocar a vela na cadeira.
A ele, destreza também faltou, por sentar-se sobre a vela, já que a claridade da mesma era bem nítida.
Problemas causados por ficarmos às escuras, a mercê de um temporal. eheh...
Obrigado pelo teu comentário.
Abraços,
REF