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NOVO TEMPO
A vinda de um novo e belo tempo
pode esconder uma verdade obscura,
pois um sublime e belo evento,
mostra em seu rosto a real feiura.
Estampidos, explosões de bombas constantes,
em contrastes luminosos por trás do edifício,
fizeram no fogo da noite, com clarões delirantes,
bêbados se fartarem de fogos de artifício.
O louco afã da alegria invade
os momentos de paz que o ano encerra,
mas os clarões, símbolo vivo da maldade,
traz a lume a lembrança da guerra.
As leves cargas dos rojões de mentira,
fazem cortejo às explosões de verdade,
pois a visão de quem está fora de mira,
jamais alcança os que viram saudade.
Este poema faz parte do meu livro "POESIFORMAS", o qual está à venda na livraria deste site, lançado pela Corpos Editora e WAF.
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Comentários
Re: NOVO TEMPO
Acorda-se bem com a vida, sim e não... tudo ou nada, dá nisto!
O servidor todo :pint: por tudo, e pronto... poesia a triplicar!
eh eh!
Carla
Re: NOVO TEMPO
Carla,
Pois é, ele bebeu muito. ah ah... :-x e eu aproveitei e fui postando poemas. eh eh...;-)
Obrigado pelo divertido comentário.
Beijo,
Roberto
Re: NOVO TEMPO
LINDO SEU POEMA, GOSTEI NÃO GOSTANDO!
PORQUE OS MESMOS, CAUSAM TANTAS MUTILAÇÕES E DEIXAM TRISTES SAUDADES!
Meus parabéns,
Marne
NOTA: EDITASTE ESSE POEMA, EM DUPLICATA OU TRIPLICATA!
Re: NOVO TEMPO
Obrigado, Marne, pelo gentil comentário.
Um abraço,
Roberto
Obs: Pois é. A máquina endoidou. Ou será que fui eu que fiquei lelé-da-cuca? Não entendi nada! ehehe...