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Renascimento
Esta triste quase obrigação
de ser feliz e solidário!
- Afinal, é natal.
Recuso essa capa
que tantos vestem.
Está gasta, usada, bolorenta.
Afivelar um sorriso
engolir o desespero.
- Afinal, é natal.
Mas nos caminhos perdidos
não há árvores nem estrela
para aqueles que cruzam as passagens
de olhos fechados.
Se me fosse concedido voltar
e agarrar a tua mão
acariciar o teu cabelo
percorrer os limites dos teus lábios.
Se me fosse concedido saber
os segredos escondidos onde tu estás.
- Afinal, é natal.
E eu queria que fosse primavera.
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sexta-feira, dezembro 24, 2010 - 12:59
Poesia :
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