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SER ABISSAL
Beleza indômita no fundo do ser,
mascara ilusões que não ousa dizer,
só pede, na paz, para enfim se evadir,
e’em fluxos de manchas, na tela, existir.
Beleza sofrida, recôndita está,
tão bela’é ferida mais funda que há,
emerge do sonho e lança-se ao céu,
e cai sobre o pano, pintando esse véu.
O quadro recebe tal força de amor,
a tinta se espalha com arte e frescor,
mas quando percebe que o mundo se esvai,
retorna ao abismo, ess'alma que cai.
Nota do autor.
Um ser que emerge do fundo de si mesmo, deixa sua marca de beleza na obra de arte e depois mergulha de volta ao seu abismo de origem.
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Comentários
Re: SER ABISSAL
"só pede, na paz, para enfim se evadir,
e em fluxos de manchas, na tela, existir.
Beleza sofrida, recôndita está,
tão bela é ferida mais funda que há,
emerge do sonho e lança-se ao céu,"
:))))
Belos versos Roberto!
Abissal é essa sua forma de sentir e cantar o amor!
Bem-haja quem sente assim!
Beijinho em si!
Inês
Re: SER ABISSAL
É verdade. E o processo criativo fica dormitando no fundo do inconsciente e quando sua energia criadora emerge, a obra é produzida. Após isso, o ser abissal volta para sua hibernação.
Obrigado, Inês, pelas palavras gentis.
Beijinho em si também.
Roberto