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Ser-se
Como o tempo passa tranquilamente
Ninguém pode nada apenas se sente
Os dias contando e as horas correndo
Luzes apagando e pessoas morrendo
Tudo isto com explicação:
Não se pode dizer não.
Efémera vida que a todos nos calha
Cana verde que se torna em palha
Para quê contrariar a Natureza
Se ela sem medo actua com leveza
Sendo tarde ou cedo
Ela nos mata sem tristeza
Ingénua luz a das baixas plantas
Oh inconsciência tu que me encantas
Habitas a erva e até mesmo o animal
E porque com a pessoa não ages igual?
Não digo a todas nem sempre
Só não quero que a dor entre
Mas o próprio saber de que se sabe
Não é mau de todo e até em nós cabe
Infelizmente só sabendo se sabe a dor
Do que é ser-se Homem e não uma flor
Ser-se e não apenas ser
Ver-se e não apenas ver
Ter alma, grande responsabilidade
Ter calma, grande estabilidade
Pois a vida baseia-se em alterações
Diferentes sentimentos e acções
Que fazem nós quem somos
E nunca mais seremos quem fomos
Ser humano não é apenas ser vivo
Não é apenas viver pelo simples motivo
De nascer crescer e por fim morrer
Não é apenas, de pessoas, chamados ser
Ser humano é também ter consciência
Da dor que implica a nossa existência!
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Poesia :
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Comentários
Ser-se
Lindo poema, belos pensamentos!
Meus parabéns,
MarneDulinski