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Varmmore

Algo que está em curso... ainda bastante longe de estar acabado...

Ouvia-se o vento num sopro intenso, o lixo acumulado nas ruas oscilava sobre o manto rasgado de paralelos, que em tempos servira de passadeira a viajantes e comerciantes que a utilizavam para se deslocar entre os seus afazeres. Destemidos, sem qualquer receio. Nas suas mentes, nunca surgira a ideia de que podia ser zelado um espaço, possível de arquivar sentimentos temerosos. Não pela ausência de medos, mas sim pelo costume e pela tradição. Incerta era a hora, ou talvez, até esquecida, mas seria sensato pensar que os ponteiros de um qualquer relógio marcassem meia noite, não constatada pela escuridão - já que esta era constante naquela cidade - mas sim pelo rugir das bestas, que ao virar do dia consumiam as mentes das pessoas que, amedrontadas recolhiam antecipadamente aos seus covis, numa rotina meticulosa e diária. Tentavam imaginar uma noite caída num sono profundo. Recorrendo ao mais refundido dos instintos de sobrevivência, imaginavam um acordar que seria pelo menos, uma vez mais, um acto normal e que os fizesse ressuscitar da sua vida defunta. Mas não seria este o caso para os habitantes de Varmmore e esse acordar pertencera para sempre a um mundo imaginário, ou então em contos ou supostas recordações de gentes que se afirmavam centenários e viventes de épocas em que os licantropos - assim eram chamadas as bestas - ainda não teriam tomado conta dos destinos daquelas gentes.
 Seria uma noite normal, onde os Licantropos saiam à rua para resgatar mais um ou dois corpos, que por algum motivo, desprezavam o medo de cruzar uma das bestas insaciáveis, ou então porque simplesmente se teriam rendido à fragilidade que os seus simples corpos humanos comportavam. Muitas podiam ser as razões, mas todas elas convergiam em sangue e morte. Uma morte deambulante, caminhando como um espectro desorientado, sem qualquer trilho riscado.
Seria uma noite normal. A caso não tivessem existido um conjunto de pequenos factores que mais tarde iriam mudar a história de Varmmore por completo.
Começara a chover quando se ouviu um bater oco na porta do orfanato, que incertamente persistia a sul da cidade. Outrora suportado pela leviandade, servira em tempos de albergue, onde bêbados e rameiras se enroscavam, propagando uma asquerosa essência carnal, juntamente com um cheiro a suor e tabaco de enrolar que era trazido pelos comerciantes que por ali passavam e pernoitavam. Mas não sendo aquele o tempo para mentes fracas perdurarem, pouco a pouco foram fugindo os que conseguiam, e padecendo os que desconheciam tal sorte.
O edifício encontrava-se agora desprovido de mobiliário, existindo apenas alguns colchões e mantas espalhadas pelo chão, colocadas estrategicamente nos espaços onde a chuva não se conseguia refugiar. O grande hall da entrada encontrava-se sempre deserto, pois as crianças e os poucos adultos que dos mais novos cuidavam, dormiam nas traseiras do edifício, viradas para o rio. Por qualquer razão o rio dar-lhes-ia mais segurança. Da parte de fora, o edifício desmoronava-se pouco a pouco, tal como todos os edifícios que restavam em Varmmore. Deles caíam constantemente pedaços de tijolo e madeira, assemelhando-se a lágrimas que vertiam de colossos amedrontados, e que estancados observavam a sua morte. Lenta e dolorosa.
Começara a chover quando se ouviu um bater oco na porta do orfanato, um som que cada vez menos era ouvido, pois seria agora reduzido, o número crianças que tinham o infortúnio de ver a escassa luz do dia. Uma luz impotente, que debilitada, tentava penetrar sobre as nuvens que cobriam de negro todo aquele espaço.
O som propagou-se pelo grande hall, fazendo estremecer os dois pilares de madeira, que esforçadamente lutavam para manter o edifício erguido, como duas almas inanimadas, existindo apenas para servir um propósito constante e desumano. Transportado pelo eco, o som fez-se ouvir por todos os que se encontravam refugiados nas traseiras. As crianças dormiam, ou tentavam pelo menos. À chegada do som os seus pequenos corpos, frágeis, estremeceram. As mais destemidas ergueram ainda as suas faces, colocando um olhar dilatado na direcção da porta que concedia uma estreita passagem à entrada do edifício. Um pequeno pórtico. O guardião de um fortaleza imaginada.
Amanda encontrava-se junto a Athaliah, uma posição recorrente, pois Athaliah comportava uma forte presença maternal, intensamente sentida Amanda, que seria naquela altura a mais velha das crianças e, consequentemente um perigo para todos eles, pois atingindo uma certa idade, estes seres de corpos frágeis e trémulos, passariam a emanar um odor que seria bastante perceptível aos licantropos. Muitos outros teriam estado aos cuidados de Athaliah, mas o conforto que esta depositava nas crianças, estava fadado a um fim de vida prematuro, acomodado apenas pelo medo e pelo desconhecimento de qualquer optimismo, em que um raio de luz, os iluminasse um dia e recorta-se o temor que encrostado, delimitava o suspirar das suas vidas.
Amanda olhou directamente nos olhos de Athaliah. Um olhar encorajador, misturado com a serenidade de um azul claro e imaculado, uma pequena passagem para um paraíso que assim seria possível de se imaginar. Ouvindo ainda a ressonância do som que perdurava no ar, densamente suportado pela inevitabilidade, Athaliah apercebeu-se uma vez mais que teria de ser ela a dirigir-se à porta da entrada. Era essa a sua função. A sua única e última demanda. Em paço lento e hesitante dirigiu-se para o pequeno pórtico que os isolava do grande hall. Prestes a desbloquear o pequeno cadeado - que inutilmente sustinha as correntes que vedavam aquele passagem - sentiu uma pequena mão tocar na sua, com a intenção de transmitir que não estaria sozinha naquele trajecto. Uma mão frágil, mas vigorosa, a mão de Amanda que a encorajava uma vez mais. Aquecida por este gesto Athaliah libertou então o pórtico, fazendo entrar naquela sala um ar que gelou ainda mais os corpos presentes. O ruído da chuva notava- se agora com mais intensidade, o gemido do tempo que chorava, gerava um turbilhão a cada lágrima que que no chão se desfazia. Um suicídio em massa.
Athaliah percorreu o grande hall ainda de mão dada com Amanda. Um choro de criança ouvia-se do outro lado da porta, aumentando de intensidade a cada passo dado na sua direcção. Acompanhando o soluçar da pequena criatura que chorava à chuva, ouviram-se vozes, ásperas, vozes que apenas poderiam pertencer a seres que mais do que mortos, teriam perdido o direito de serem chamados de vivos, mas vivos estavam e perduravam. Outrora homens, eram agora seres peludos, desejosos de carne humana, após terem esgotado qualquer recurso a qualquer outro tipo de carne. Seres que contaminavam as suas vítimas através mordidas raivosas, em casos raros, quando o seu ímpeto não os obrigava a devorar as suas vitimas por completo, até acabarem por lambuzar os chãos, onde sangue chuvinhava abruptamente. Seres de voz áspera de que uma vez mais rondavam aquelas paragens para saciarem a sua fome.
Athaliah puxou bruscamente Amanda para trás de um dos pilares que sustentava o grande hall. O medo encheu os seus corpos, as suas mentes, até começar a ser suspirado por ambas. Athaliah olhou para Amanda, desta vez para retribuir a coragem que antes lhe tinha sido concedida. Abraçou Amanda e desprovida de força e esperança, esperou apenas pelo desconhecido, tentando aperceber-se quais os desígnios das criaturas que se encontravam do outro lado da porta e, fosse o que fosse, não fizesse com que os seres sedentos, entrassem e as devorassem brutalmente naquele momento. Mas a morte parecia inevitável para Athaliah, Amanda tinha 6 anos, seria difícil não ser reconhecida. Muitas crianças teriam já sucumbirem diante as idóneas criaturas, e de todos estes cenários Athaliah teria fugido, sem remorso, pois muitas mais se encontravam a seu encargo. Mas no fim, acabaria por ficar tudo bem. Era aquele o término esperado, apenas teria sido adiado durante os tempos e mesmo que escapassem com vida, seria apenas mais um adiamento, à mais provável das carnificinas.
As vozes exteriores tornaram-se cada vez mais fortes e por conseguinte mais perceptíveis, dando a possibilidade a Athaliah de captar o que era dito do outro lado.
– Carne fresca? - ouviu-se - Estranho, encontrar assim carne abandonada.
Interrompendo o comentário, fez-se ouvir uma voz, ainda que notoriamente pertencente a um dos seres carniceiros, notava-se de uma calma e timbre algo diferente.
– Talvez nos estejam a dar os seus filhos como oferenda, talvez o desespero os esteja a tornar mais instintivos.
– Mas há algo de errado aqui - Interrompeu o primeiro licantropo - Não sentem o cheiro? Há aqui mais alguém.
Ao ouvir estas palavras, Athaliah apertou Amanda nos seus braços, enquanto o seu batimento cardíaco acelerava a cada palavra proferida pelos carniceiros que se encontravam do outro lado, "Vai correr tudo bem Amanda, não tenhas medo, tens que ser forte." Suspirou-lhe ao ouvido.
No exterior, o primeiro licantropo tentava inspirar o odor que confundido pela chuva, pairava no ar. Seguindo o rasto daquele odor infante, dirigir-se para a porta do orfanato, onde o frágil rebento chorava ao som, áspero, da chuva.
– Mathodias! - Vociferou o licantropo que emitira a voz de timbre diferente.
Athaliah estremeceu uma vez mais. "Mathodias!". Um nome bastante conhecido entre os habitantes Varmmore. O braço direito de Rivus, o licantropo que iniciara a guerra contra os Vampirus, criaturas sedentas de sangue. Seres de pele pálida, onde o seu próprio sangue não escorria mais, e frustrados sugavam o sangue das suas vítimas, abandonando os seus corpos, por vezes violados e sodomizados por simples prazer ou pela causa de demência. Seres de meia alma e meio instinto. Dizia-se entre os habitantes de Varmmore que os Vampirus não pertenciam ao mundo dos mortos, mas, contudo, teriam sido privados do mundo dos vivos. E de facto assim eram. Defuntos pela metade, meios vivos, meios mortos.
– Mathodias – Voltou a exclamar, rejeitando agora o seu timbre delicado.
Ao escutar a mudança de voz, que teria sido empenhada no seu nome, Mathodias interrompeu o seu intento.
– Sim Harmidas – Disse Mathodias voltando o seu rosto – Porque prosseguir? Porque é que quando passamos para este lado da cidade estás sempre a tentar o nosso retorno?
– Não, não tento o nosso regresso – Respondeu – Nem tento impor qualquer circulação restrita a qualquer um de nós. Isso seria imbecil de minha parte, visto que controlamos toda a cidade e não hesite ameaça que nos faça frente.
– Então porque te opões a eu entrar neste edifício? Eu sinto o cheiro, tal como vós sentis. Existe uma criança de meia idade ali dentro!
Ao ouvir estas palavras, Athaliah não quis hesitar mais. Ela sabia que teriam de fugir. Era para ela mais que certo, os licantropos iam invadir o orfanato e chacinar todos os que se encontrassem no seu interior.
– Vamos ter que correr Amanda – Sussurrou-lhe ao ouvido – Tens que usar toda a coragem que te resta neste momento.
Athaliah estava decidida. Tinham de correr o mais rápido possível para a sala onde as crianças dormiam, ou tentavam pelo menos. E onde os poucos adultos, amedrontados, esperavam por novas de Athaliah. Prontamente, tinham de desviar uma pedra quadrangular com cerca de 40kg e 1,5 m2. A pedra encontrava-se sustentada numa carrilheira de cilindros de aço, que em tempos, teriam feito deslizar aquele grande calhau. Contudo, exonerados das suas forças, viam-se agora necessitados, a recorrer ao vigor da fragilidade de crianças, para assim, uma vez mais, verem desfilar aquela portaria sobre as suas formas cilíndricas.
Após desimpedirem a passagem, tinham que percorrer uma distância de 20 metros, num túnel, que escondido do mundo exterior, se esquecera qual a cor da luz e desta forma chegariam a um pequeno paredão, que subsistira desde os tempos, em que era usado para fins de contrabando, na época em que aquela casa serviria de albergue. E, assim por fim, em ilusória liberdade, correriam desamparados, em busca de uma qualquer sorte, ou insistente salvação. Horas mais tarde – ou talvez dias – os sobreviventes voltariam, se por ventura existissem.
Estava bem claro para Athaliah qual o passo a dar. Ela conseguia já imaginar a sua respiração fugas, perdida no mais tremendo dos desesperos. Imaginando também os gritos das crianças, que ignorantes, apenas aprenderam até àquela data, sobre um qualquer dia, em que teriam de fugir desamparadas, correndo pelas suas vidas, sem poder olhar para trás.
Estava bem claro para Athaliah, mais do que um plano, era este puro e mísero um acto de sobrevivência, um exemplo claro de presa e predador, em que a presa teria de correr para preservar a sua existência, um procedimento normal, para uma noite normal.
E seria esta uma noite normal. A caso não tivessem existido um conjunto de pequenos factores que mais tarde iriam mudar a história de Varmmore por completo.
– Não Mathodias – Respondeu Harmidas uma vez mais – O que tu sentes é o teu instinto a cegar-te e a fazer-te esquecer da verdade que assola em Varmmore à já bastante tempo.
– E de que verdade falas Harmidas? – Questionou Mathodias em tom algo irónico.
– A verdade de que em menos tempo do que imaginas, não encontrarás um único pedaço de carne, suficiente capaz de, saciar a tua fome arruinada.
Harmidas encontrava-se bastante consciente deste facto. Este licantropo, que delicadamente ostentava um timbre de voz bem mais delicado que os seus semelhantes era deveras caso único. Muito devido à sua transformação ter surgido com contornos bastante peculiares.
Harmidas teria sido em tempos pouco remotos, um agente da lei em Varmmore. De facto, o último agente da lei que existira por aquelas paragens. Apoderado de um enorme sentido de justiça, nunca largou o encalce dos licantropos, que noite após noite, chacinavam vitima atrás de vitima, sendo estas, na sua maioria crianças entre os 6 e os 10 anos de idade. Crianças de meia idade, assim eram chamadas.
Na demanda insaciável de travar estes seres demoníacos, um de dois destinos possíveis, acabaria por cruzar a sua vida. E, destes dois, ditou a sorte o caminho mais improvável, ao ser menos provável, a que tal fado sucedesse. Converter o último agente da lei de Varmmore, num licantropo.
Harmidas vivia agora incorporado na sua maior afronta. Qualquer que fosse a lei, qualquer que fosse o crime não existia escapatória, pois não existia retrocesso para aquele estado. Contudo, indigente, Harmidas persentiu no seu intimo que por alguma razão aquele, seria um destino passível de se aceitar, ou até que, aquele fosse o único e derradeiro propósito para a sua existência.
De certo modo, a sua transformação seria um reavivar dos tempos, já que, para os habitantes de Varmmore, não estava presente na memória – fosse de quem fosse – a imagem de um humano convertido em licantropo. Estas bestas insaciáveis, estariam acostumadas a desfazer por completo as suas vítimas. Era desumana a ânsia por carne fresca. E também, pelo metálico sabor a sangue, que desorientado jorrava dos corpos desmembrados e esquartejados, pelas garras porcas e mal arranjadas daquelas bestas. Por este facto, era incapacitada aos habitantes, a aptidão de conseguir identificar este ou aquele corpo, através de um simples olha. Mas pouca seria a vontade que estes tinham de vislumbrar os restos de roupa ensanguentada que eram em grande parte acompanhados por um ratos de ossos, quase esmigalhados demonstrando qual o trajecto das bestas. Era muito escassa esta vontade.
Mas não ditara a sorte, que tal fado sucedesse a Harmidas.
Entre as matilhas que rondavam Varmmore, deambulava agora um ser, que para além de instintos animalescos, guardava para si um espírito bastante forte e demais racional, obrigando-o a viver com uma nova essência – para ele repugnante – tentando nunca esquecer os ideais que o levaram àquele estado.
De plena consciência sobre os factos presentes, Harmidas apercebia-se cada vez mais, de que em pouco tempo, a caso os costumes das bestas não fosse controlados, deixaria de existir qualquer tipo de sustento para os licantropos, pois a carne escasseava.
- Tenta-te aperceber Mathodias! Já reparaste que nesta cidade não existe qualquer outra raça animal que não sejam humanos? Já reparaste que cada vez menos se sente o cheiro de crianças de meia idade? – Enquanto Harmidas levantava tais questões, caia sobre Mathodias uma espécie de consciência dissimulada. – Devemos deixar esta ou qualquer outra criança em paz – continuou Harmidas – Caso não tenhas reparado a nossa existência está em muito dependente da sobrevivência destes seres pequenos e frágeis.
A matilha manteve-se em silêncio por alguns momentos, enquanto trocavam olhares incompreendidos, tentando assimilar as palavras que teriam sido proferidas. E eram bastante correctas tais palavras. Ainda antes de Harmidas ter sido convertido, os licantropos estavam acostumados a caçar cães, gatos, ou até ratos que surgiam em grande abundância. Isto nos tempos, em que barcos cargueiros atracavam no pequeno porto que ficava a sul, nos limites da cidade. Eram tempos em que os humanos ainda ousavam em fazer frente a estas criaturas, e também aos vampirs, que acabariam por ficar condenados a refugiar-se aqui e ali, pelos recantos da cidade, vivendo praticamente como mendigos, incapazes de poder saciar a sua sede de sangue, devido à sua falta de força e número.
Ainda no interior do orfanato, Athaliah estava atónita. Teria escutado algo que, para ela seria impossível de alguma vez ser eouvido. Quem seria este ser de timbre delicado? Era por certo um licantropo, mas quem seria ele? Uma besta domesticada? Um caso único com certeza.
Um número infindável de questões petrificou Athaliah, enquanto um silêncio interrompido pelo choro da criança que se encontrava do outro lado da porta, fazia questão, de se mostrar o causador de toda aquela situação.
A chuva começara então a dispersa e os licantropos decidiram rumar pelo mesmo destino. Nenhum deles entendera a razão que teria disputado a que Harmidas proferisse tais palavras e muito menos porque deixariam um pedaço de carne tão suculenta ao relento daquela noite. Contudo, foi inevitável o sentimento de subjugação provocada pela falta de alimento.
Já os sentimentos de Harmidas eram bastante diferentes. Por um lado o sentimento de satisfação, pois conseguira salvar um número considerável de vidas. Há muito tempo que ele sabia qual o propósito daquele edifício e por conseguinte, o que aconteceria, a caso este fosse descoberto indevidamente.

Continua
 

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segunda-feira, agosto 8, 2011 - 22:07

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