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Corcel Negro
Numa viagem pelo deserto, me perdí...
...foram dias para pensar e perceber o quê entendí...
Após um dia, perdido no deserto,
sem ninguém por perto,
eu ainda discernia o errado do certo.
Após dois dias, com sede e calor,
meu corpo só sentia dor
e não mais amor.
Após três dias, sob o sol escaldante,
eu não era mais um viajante
e sim, um ser delirante...
Vento e areia...
...no lugar de sangue em minhas veias.
Na tempestade intermitente,
sentí uma presença imponente...
...um ponto negro numa duna...
...deslizava pela areia. como uma pluma.
Era um Corcel negro reluzente e sem nome.
Sabia da minha sede e da minha fome.
Montei-o...seu olhar, dizia que eu me segurasse,
que se houvesse ainda amor em meu coração,
que deixasse que ele mostrasse
a liberdade e a salvação.
Soltei sua longa crina...
...e abrí os meus braços no ar...
...seu olhar, dizia para que eu confiasse.
Areia cristalina...
...parecíamos voar.
Era um Corcel Negro, reluzente e sem nome...
...sabia que o Mundo estava doente,
sabia da minha sede e da minha fome...
O Corcel Negro da liberdade,
trouxe-me a felicidade
e mostrou-me que existe a verdade.
O Corcel Negro da libertação,
fez-me entender que sofrer, não é em vão.
Viver sem amor,
é para qualquer ser, um temor.
Os meus delírios no deserto,
ensinaram-me à manter o amor por perto,
mesmo que ele pareça distante,
mesmo sob o sol escaldante,
mesmo que eu me encontre delirante...
...amar tanto, nunca é o bastante...
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