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Mentes

Novamente eu,
sou a vítima de mim,
a vítima do novo,
a vítima da mente.

A nova mente que me subtrai o resto de mim.
Mentes, tu que és a tal mania em me conduzir,
mente, que me diz o que eu digo sem poder dizer.

Eu, que sou o fracasso de mim,
sou a mente de ti, a mente em si.
Sou também teu corpo, teu suspiro.
Teus ouvidos, tua boca.
Teu eu sou eu....Eu!

Subtamente eu,
me transformo em mim,
num transtornado de ti,
num transportado da mente.

Mentes...Oh! Mente!
Tu me seguras até o pranto.
Tu me adornas até o espelho.
Tu mentes, quando me sinto bem.

Quando meu íntegro ser vira ser sem razão,
eu viro mente do incompleto, pra ver-me neste reflexo.
Eu sou tua mente, no instante que desfaz o encanto do medo.
Meu temor é sempre ser o que sou.

Toda mente tem um quê.
Todo mundo tem um ser.
Mas ninguém parece ter
essa mente com esse medo de viver.

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domingo, janeiro 10, 2010 - 14:27

Ministério da Poesia :

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robsondesouza

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