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Meu eu

Renuncio a hipocrisia
Gosto mesmo é da verdade, ainda que crua
E que me doa nas vísceras minha autenticidade
Que a vida me dê milhares de posssibilidades
Mesmo que com isso eu perca o equilíbrio
Quero meu coração batendo acelerado
Minhas veias levando e trazendo sangue em lavas
O sol da liberdade queimando-me o corpo
Não gosto de jogos, de meias palavras
Quero o horizonte limpo, onde posso ver
E mais que ver, enxergar além
Não me venha com falsos orgasmos
Traga-me a luz de seu cerne
Amo dar e provocar risadas
Porque sou sanguínea
Amo doar-me
Mas nunca mais do que você precisa ou quer
Porque também sei dosar
E se tiver que me atirar de ponta-cabeça no poço
Vou lá
Porque aprendi o caminho de volta.

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terça-feira, abril 13, 2010 - 02:01

Ministério da Poesia :

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LucianaSilveira

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