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América ya es tiempo

AMÉRICA, YA ES TIEMPO

Hurguemos en tu historia
la savia literaria
Ya basta de abstenernos
en torpe autocensura
Rompamos etiquetas
busquemos la cordura

Si fue civilizado ser acero del hambre,
Políglota del genocidio,
master del absurdo,
saltimbanquis del odio
o marionetas…

¿Por qué, entonces, no remontar los Andes
y vociferar hastiados?

¡Dennos un siglo solo
de mayas resurrectos.
de incas persistentes,
de fuerza mapuche irreverente¡


!Dennos apenas un minuto¡
para libar en greda de Atacama
aquella ancestral promesa indiana…

Congreso de Panamá: Bolívar elocuente,
pero era madrugada

Matriarcado adolescente
de niña americana,
intentando ingenua y flaca
sentarse a la mesa veterana

Congreso de Panamá: Bolívar y su llama,
Pero era madrugada

Y fue el viento del norte
El que rasgó esperanzas

Mandaron emisarios
A sofocar su fragua
- peligroso emblema
eso de aunar las chacras -

Quisieron sepultarla:
usaron fratricidio los traficantes de armas
Tras tórridas alianzas corrió sangre mestiza
por desiertos, sierra y pampa

La moral del poder
fue crema utilitaria
que justificó doctrinas
y almas derramadas

Hubo de aprenderlo en fuego
la niña americana,
tras muchos avatares
la intuyo cabizbaja

América temprana,
hoy bebo de tu historia
que es fuerza renovada

¡Ya es tiempo de campanas!
¡Bolívar vive y clama
por sacudir tus llagas!

 

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quarta-feira, março 16, 2011 - 13:22

Poesia :

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Hernán Narbona Véliz

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