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ARENA

Taciturno, cavilante,
el trapiche hacía arena
como el mar.

Las uvas resecas
se alejaban del vino
por olvidos del agua.

Se volvió fuego
la viña, desamorada
de la sequía y el sol.

Y pude verme dentro
de esa figura abstracta:
todo arena, sin un parral.

 

Publicado en "De sentires y sentires" 2008

 

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terça-feira, maio 17, 2011 - 23:55

Poesia :

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Wences

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