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QUEIMA-ROUPA
Milimétrico
É o calibre
Do meu poema
Dispara na alma
A morte é amena
A sepultura é calma.
Olho as flores
Magoadas
Da sepultura
O tiro certo,
Ângulo reto
Da bala pura
No coração
Fincada
Deixa-se ser ousada
Não pede licença.
A tarde é imensa
Na minha face marcada.
Tarde...
Em sangue clamo.
Em sangue claro.
Em sangue humano.
A dor não deixa faro
Deixa sabor na ponta do cano.
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segunda-feira, fevereiro 15, 2010 - 14:34
Ministério da Poesia :
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