Espantalhos SOB(re) areias movediças

[Ensaio ideográfico]

Caídos em suspenso  / \ / ||   // \ |    \

sob o auspício do ///////// ven...to ////////******

jaziam sós ( )

bonecos sem alento.

 

De palha se erguiam,

porém, Inclinados,

... -quase-  des f  e i tos

 

Ao sabor da força dos ares,

ditames in...suspeitos (...)

Despidos ou...

só ( ) "retalhos" #.

 

Palha magra e s o l t a

Alguns,

só cruzes de pau

(visão de cemitério)

Mas eram espantalhos,

Permanecia o mistério.

(epílog.:

- Quem por aí passasse

talvez se indagasse

o que ali faziam tantos espantalhos

sobre areias

sem substrato

deslizantes e traiçoeiras...

quem os fez (?)

com que propósito (?)

 

tempos foram que sem prazo

belos e verdes prados

animaram esse lugar.

 

Mas a ganância fez calar

(...)

 

Muitas foices de ar

Sibilaram

Na sombra do tempo

Nuvens furiosas ou só orvalho

Vasculharam o ouro do chão.

 

"Espantalhos foram feitos para espantar!"

Mas espantar quem (?) O quê (?) -

MEDO, só ~ fantasmagórico ~

Inanimados sempre foram

Vivos?... de ar alegórico............................................................

Secreta ilusão...

fazer deles protecção.)

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Martes, Julio 5, 2011 - 00:46

Poesia :

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RICARDORODEIA

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Meu caro e bom amigo

Meu caro e bom amigo Ricardo,

Como já deves ter dado conta, não percebo nada disto. Mas há uma coisa que, às vezes, não me escapa... O TALENTO!

Principalmente quando ele é tão obvio, assim, como o TEU!

PARABENS!!!!

Abraço... Espantado, fantasmagóricamente admirador do teu trabalho!

:-)

Rz. 

                                                                                                                                                                                                          

                         

Imagen de RICARDORODEIA

Como já deves ter dado conta,

Como já deves ter dado conta, não percebo nada disto.

Falando de coincidências, sincronicidades ou coisas "avessas" à compreensão:

Estava eu a ver  um mail sobre J.Saramago, quando regressei à Caixa de Entrada e tinha

a informação do teu precioso e carinhoso comentário.

Eis uma frase, a propósito, diga-se:

Se temos de procurar o sentido da música, da filosofia, de uma rosa, é sinal que não estamos entendendo nada.  - J. Saramago

("O caos é uma ordem por decifrar" - J. Saramago)

Desculpa contrariar-te, mas é óbvio que percebes muito mais.

Muito obrigado!

Abraço, amigo Rui.

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