No. 1

O que sou não tem significado.
Tu és intrigante, como um stencil do Banksy.
Temo-te como um furor mesquinho
Que desvio do meu alcance,
Nada mais foi como antes
Pois comecei a sonhar.

Traço escalas de planos ´
Nos meus sonhos rebuscados
Darias o filme perfeito
Que nunca vou realizar.

Deixa-me colecionar vinis
Recriar neles a nossa história.
No fim resta um vazio
Como agonia irónica
Da qual eu me rio
Só para te irritar um pouquinho.

Como em máquina lomográfica
Crio outra realidade, tendo a ser trágica.
Eu não escrevo livros
Tenho medo da verdade
E gosto das palavras soltas.

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Martes, Agosto 9, 2011 - 18:06

Poesia :

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silviacunha

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