Sede

O vento adorna-se de branco. O céu vislumbra-se volúvel e dúbio…
Ruídos básicos e embriagados, confundem-se com o aturdir de uma mente excêntrica!
Ilustres distantes, perfuram o labirinto do tempo invulgar na maravilha frouxa da lucidez da temeridade da realidade venturosa. A paisagem dilui-se num copo de água, sustentado por uma copiosa e tímida parcela de moléculas ambíguas e inconstantes.
O vento dissipou-se entre quimeras irreais e místicas de um prazer sensato e indisciplinado que tende para a insanidade terrena cintilante e inaudível.
Brotam cânticos do mais profundo da sina, que num compasso de espera, se desvanecem perante todas as forças da natureza crucificada, num corpo quase diabólico de um céu indefinível.

14/03/2002

Blondie

 

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Lunes, Agosto 29, 2011 - 10:12

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