Paete non dolet

Entra a navalha em meu peito orgulhoso –
No nosso instante íntimo – e ninguém vê.
Corta a carne o metal silencioso –
Teus braços, teu susto, pois não me crês...

Quem é Roma ante esse amor poderoso?
Se a vida é sem honra – é inútil viver!
Mato meu corpo que, impuro e vaidoso,
Não o quero se já não estarás, Paete!

Provo-te e provo o meu gosto da morte,
Sepulcro silêncio em doces condenas,
No amor vingado através desse corte!

A dor não existe em partidas serenas
Sem medo. Juro selar nossa sorte,
Pois não dói, meu amor! É morrer apenas...

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Domingo, Noviembre 27, 2011 - 02:29

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Cortilio

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"Beijas e assassinas"

 Sobre o amor, penso, que é uma mentira...

 

Me lembra muito Abyssus, de Olavo Bilac.

 

 

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E quando é um suicídio com a

E quando é um suicídio com a intenção de convencer a alguém que morrer é melhor que viver sem honra?

Um abraço.

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Sobre a mentira validada por

Sobre a mentira validada por amor...

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