AS ARMAS E OS BARÕES




AS ARMAS E OS BARÕES

 

As armas e os barões assinalados

Que todos os partidos políticos possuem

Fazem uma grande história do seu passado

E à sombra da política evoluem

 

Os barões de armas já não são

Mas gostam muito do poder

Dizem que gostam de servir a Nação

Mas por ela negam – se a sofrer

 

Olham sempre de cima para a gente

Estes barões que têm poder e dinheiro

São das promessas que mentem

E servem-se  enchendo o seu mealheiro

 

Falam bem porque falam pela boca

As suas palavras leva – as o vento

Apenas prometem e fala coisas ocas

E gostam muito de assistir aos eventos

 

 

Os barões querem sempre muito mais

Do que tudo aquilo que já têm

O dinheiro nunca os satisfaz demais

Querem sempre muito mais do que detêm

 

É nas épocas de todas eleições

Descem à terra para  ver o pagode

Assim procedem todos os barões

E ao povo ninguém acode

 

As armas dos barões são o dinheiro

Quanto mais têm mais poder possuem

Nunca se vê o fundo ao seu mealheiro

E quanto mais têm mais dinheiro querem

 

Assinalados as armas e os barões

Na Ocidental Terra Lusitana

Todos pertencem ao grupo dos tubarões

Que mordem o povo e põem – no de tanga

 

Todos eles passam para além do poder

Dispostos a mandar em todos nós

Depois de alcançar o topo é para esquecer

Que existimos e que temos voz

 

2004-Estêvão

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Sábado, Abril 28, 2012 - 09:46

Poesia :

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José Custódio Estêvão

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Comentarios

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ilusionistas

cada vez mais os barões
aparecem com mais truques:
Ases em pré-eleições,
revelam-se meros duques.

Saudações!

Abilio

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As armas e os barões

Você é mesmo um poeta, até comenta em verso.
Obrigado
Um abraço
Estêvão

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