“Elevação Equivoca”

 
A terra chama, sem voz que o diga
Suando ao sol, um folego alterado
Onde o Homem come, sobre o estrado;
De esforço, tanto, que lhe compense a fadiga…
Qual encontro marco no destino
Se é rua, do meu ser, (pequenino) …

Já os caminhos estavam trilhados
Sobre passos desorientados, tementes
Que em seus desejos, medos ardentes
Haviam perdoado, os olhos fechados…
- Pois, que se abram outras qualidades
Quais vençam, sempre, as vontades.

                   ***
 

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Viernes, Junio 29, 2012 - 00:39
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antonioduarte

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