Seriam os dias tão solitários assim
Naquele encontro
Casual que tivemos
E do sorriso contumaz
Que saiu do seu lábio
E invadiu o coração
Nasceu a paixão
De abraçar seu corpo meigo.
A alegria de viver
Sob o olhar encantador
De um sonho real
Que me fascinou
Durante um longo tempo.
Derrepente você mudou
Deixando só a saudade
A fazer parte da minha vida.
Na linha do tempo se foi
E não mais sorriu.
O coração solitário
Ao ver passar os dias
Lentamente
Pergunta-se
Seriam os dias tão solitários assim
Caso não houvesse
Acontecido aquele encontro?
A resposta cabe ao tempo
Que tudo constrói
De acordo com sua vontade.
Tempo paradoxal
Com você ele passa tão veloz
Pois não vemos como passa,
Longe de você
Ele lentamente nos tortura
E parece a eternidade.
Quero gritar
A sua lembrança
Para que o tempo
Ajude-me a encontra-te outra vez.
E que os dias solitários
Se esfacelem
Deixando-me com os sonhos
E a esperança
De, outra vez, ter o seu sorriso.
Odair José
Poeta e Escritor Cacerense
http://odairpoetacacerense.blogspot.com
http://cinehistoriaojs.blogspot.com
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Comentarios
Re: Seriam os dias tão solitários assim
gosto de viver a sensibilidade que levas ao escrveres os teus poemas. esta mesmo um encanto. obrigado pela força nos comentarios.
Re: Seriam os dias tão solitários assim
Prezado amigo...
São pessoas como vc que me ajuda a prosseguir nessa jornada... seus escritos nos direciona...
Agradeço a visita e seguimos em frente.
Re: Seriam os dias tão solitários assim
Gostei desta tua mensagem, uma realidade de todos os dias...há sempre uma história com bons princípios e maus acabamentos, a tua (mensagem é uma delas)...mas "por morrer uma andorinha não acaba a Primavera"...um abraço. :-)
Re: Seriam os dias tão solitários assim
Realmente, Manuela, não devemos perder a esperança...ela é um guia certo para as horas incertas...Obrigado pela visita e comentário.