O homem de barro
Quando se perde uma coisa importante
A voz da perda paira nos ares do esquecimento
Nuvens silenciosas voam lentamente na memória
E trovões ecoam nos corações humanos
Revelam sempre a angústia do que não conseguimos manter
Porque os mortais sempre insistem nos erros
Sem perceberem que se arrependerão.
É terrível quando não se sabe exatamente
Até onde vai o limite da imaginação
E permitem que os pensamentos voem sem destino
Que percorram caminhos nunca imaginados
Sem saberem que talvez nunca voltem de lá
E que a criação pode ser apenas uma paranoia
Um mundo selvagem e cheio de incógnitas.
Apenas um minuto é suficiente para mudar tudo
Um segundo para se moldar o infinito
E não conhecemos a reação de ninguém
Não sabemos os significados dos símbolos
Nem entendemos suficientemente os seus parágrafos
E tudo isso continua sendo muito confuso
Paradigmas em um mundo caótico e em ebulição.
Eu falo de um grande inconformismo
Que percorre os corredores secretos de corporações
Lugares rotos cheio de ratos violentos
Testemunhando a natureza humana e seus vícios
Tendo a imagem embaçada do que podemos fazer
Enquanto ficam entocados em sua fúnebre oca
O mundo é destruído pela ganância de ambiciosos.
Pergunta-se se o homem de barro é eterno
E as respostas são mais confusas do que imaginamos
As ruínas da Grécia Antiga são provas vivas
De que o tempo é capaz de mudar as coisas
E não se encontra muita coisa dentro dos jazigos
Nem mesmo as vagas lembranças de dias ruins
É capaz de responder as perguntas escondidas no tempo.
Poema: Odair José, Poeta Cacerense
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