Água turva e limpa

Água turva e limpa
O peso da consciência me curva,
Parte mística parte física, humana
Profunda, a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
Submited by
Poesia :
- Inicie sesión para enviar comentarios
- 1607 reads
Add comment
other contents of Joel
| Tema | Título | Respuestas | Lecturas |
Último envío |
Idioma | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Prosas/Contos | Batel | 0 | 6.014 | 12/21/2010 - 21:53 | Portuguese | |
| Prosas/Contos | Horus | 0 | 5.465 | 12/21/2010 - 21:52 | Portuguese | |
| Prosas/Fábula | Núria's Ring | 0 | 6.935 | 12/21/2010 - 21:50 | Portuguese | |
| Poesia/General | Há-de vento | 0 | 6.401 | 12/21/2010 - 10:21 | Portuguese | |
| Poesia/General | Altos | 0 | 7.827 | 12/21/2010 - 10:12 | Portuguese | |
| Poesia/General | Flores Indizíveis | 1 | 3.867 | 12/18/2010 - 21:47 | Portuguese | |
| Poesia/General | Samarkand | 1 | 5.609 | 12/17/2010 - 18:32 | Portuguese | |
| Poesia/General | Bebe da minha Alma | 2 | 3.279 | 12/17/2010 - 00:11 | Portuguese | |
| Poesia/General | solidão | 0 | 4.634 | 12/16/2010 - 23:18 | Portuguese | |
| Poesia/General | Ela ia e Ele vinha | 0 | 6.945 | 12/16/2010 - 23:17 | Portuguese | |
| Poesia/General | O templo | 0 | 5.004 | 12/16/2010 - 23:15 | Portuguese | |
| Poesia/General | Tear | 0 | 5.814 | 12/16/2010 - 22:00 | Portuguese | |
| Poesia/General | sei o Motivo | 0 | 7.801 | 12/16/2010 - 21:59 | Portuguese | |
| Poesia/General | Elegia ao Silêncio | 0 | 6.398 | 12/16/2010 - 21:58 | Portuguese | |
| Poesia/General | A margem de Ti | 0 | 5.417 | 12/16/2010 - 21:57 | Portuguese | |
| Poesia/General | farol | 0 | 5.604 | 12/16/2010 - 21:55 | Portuguese | |
| Poesia/General | Na Pressa de Chegar | 0 | 8.327 | 12/16/2010 - 21:54 | Portuguese | |
| Poesia/General | Frases Partidas | 0 | 4.957 | 12/16/2010 - 21:53 | Portuguese | |
| Poesia/General | No cair do Medo | 0 | 5.439 | 12/16/2010 - 21:52 | Portuguese | |
| Poesia/General | Falta de definição | 0 | 4.250 | 12/16/2010 - 21:50 | Portuguese | |
| Poesia/Intervención | Voto em Branco | 0 | 4.363 | 12/16/2010 - 21:49 | Portuguese | |
| Poesia/General | Quem Sonhou o Amor | 0 | 5.163 | 12/16/2010 - 21:47 | Portuguese | |
| Poesia/General | O fim dos tempos | 0 | 3.460 | 12/16/2010 - 21:45 | Portuguese | |
| Poesia/General | Cordéis ,Seis | 0 | 4.655 | 12/16/2010 - 21:40 | Portuguese | |
| Poesia/General | Palavras Meias | 0 | 3.803 | 12/16/2010 - 21:30 | Portuguese |






Comentarios
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com