Água turva e limpa

Água turva e limpa
O peso da consciência me curva,
Parte mística parte física, humana
Profunda, a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
Submited by
Poesia :
- Inicie sesión para enviar comentarios
- 1659 reads
Add comment
other contents of Joel
| Tema | Título | Respuestas | Lecturas |
Último envío |
Idioma | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Poesia/General | o céu da boca | 0 | 5.702 | 01/12/2011 - 15:50 | Portuguese | |
| Poesia/General | Dispenso-a | 0 | 3.274 | 01/12/2011 - 15:38 | Portuguese | |
| Poesia/General | estranho | 0 | 5.681 | 01/12/2011 - 15:36 | Portuguese | |
| Poesia/General | comun | 0 | 7.635 | 01/12/2011 - 15:34 | Portuguese | |
| Poesia/General | desencantos | 0 | 2.866 | 01/12/2011 - 15:30 | Portuguese | |
| Poesia/General | Solidão não se bebe | 1 | 4.182 | 01/12/2011 - 02:11 | Portuguese | |
| Poesia/General | Nem que | 3 | 3.841 | 01/11/2011 - 10:39 | Portuguese | |
| Poesia/General | Manhã Manhosa | 2 | 4.739 | 01/11/2011 - 10:25 | Portuguese | |
| Poesia/Erótico | Seda Negra | 1 | 3.834 | 01/10/2011 - 23:19 | Portuguese | |
| Poesia/Meditación | Om... | 1 | 6.499 | 01/10/2011 - 23:11 | Portuguese | |
| Poesia/General | VOLTEI | 2 | 7.059 | 01/10/2011 - 23:09 | Portuguese | |
| Prosas/Mistério | O Chico Das Saias | 0 | 7.009 | 01/09/2011 - 20:26 | Portuguese | |
| Prosas/Lembranças | Nunca Mais | 0 | 4.993 | 01/09/2011 - 20:22 | Portuguese | |
| Prosas/Lembranças | Versus de Montanya Mayor | 0 | 9.117 | 01/09/2011 - 20:20 | Portuguese | |
| Prosas/Contos | Free Tibet | 0 | 4.012 | 01/09/2011 - 20:14 | Portuguese | |
| Poesia/General | Serões Ideais | 0 | 4.537 | 01/09/2011 - 20:11 | Portuguese | |
| Poesia/General | Poemas sem ligação (aparente) | 0 | 6.925 | 01/09/2011 - 20:09 | Portuguese | |
| Poesia/General | Im@gine | 0 | 5.588 | 01/09/2011 - 20:05 | Portuguese | |
| Poesia/General | Balada Para um Turco | 0 | 3.548 | 01/09/2011 - 20:04 | Portuguese | |
| Poesia/General | Impressões | 0 | 3.438 | 01/09/2011 - 20:02 | Portuguese | |
| Poesia/General | Talvez Luz | 0 | 4.006 | 01/09/2011 - 20:01 | Portuguese | |
| Poesia/General | Enredo | 0 | 3.854 | 01/09/2011 - 19:59 | Portuguese | |
| Poesia/General | Estaminal Trago | 0 | 3.193 | 01/09/2011 - 19:58 | Portuguese | |
| Poesia/General | Half | 0 | 4.943 | 01/09/2011 - 19:57 | Portuguese | |
| Poesia/General | Bonifácio & the Rose | 0 | 2.793 | 01/09/2011 - 19:55 | Portuguese |






Comentarios
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com
a minha ideia era vivê-la, E
a minha ideia era vivê-la,
E tentei viver nela, infecta, falhado
Vim vê-la, julga-se perfeita, assim
Como julgo meus versos curvados,
Avulsos quebrados, e com os quais
Me satisfaço, disfarço o facho, curvo-
-Me a não ter nada, ser ninguém,
Não ter consciência nem palmas,
Tod’o prazer sendo fingido falso,
Se recurva e me tortura, esfola
Assim a morte a obra morta, rala,
Ralha-me devota a consciência,
Revolta é uma espécie de crença,
Emoção a livre expressão dela,
Assim como também a consciência,
Não fala verdade aceitando igual,
Desdobrando crença paternidade,
É o que eu faço, desdobro-me em
Falsas dignidades embora me julgue
Colosso d’Rodes, guerreio conceitos
Contrários, “frisson” versus desapego,
Separo a luz e a escuridão falhada,
Da ciência do que me vai na curva
Da alma, desta alma turva e limpa,
Que não se contenta em ser “uma”,
S’quer múltipla, ímpia e ela própria
Limpa, muito embora imprópria,
Igual a água suja.
Joel Matos 19 Outubro 20/25
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
https://joel-matos.blogspot.com