Aborígines
Vida sintética parasita rompante
Odores de sanitários narizes
Leves indistintos
Passam por ares de classe b
E instauram-se nos ouvintes
Situado à direita ao lado do outro
Paira vazia à espera de enxerto
A carranca malvada do barco
À beira rio
Levam-se em ondas
Traiçoeiras carícias
O dominó que ainda não foi tombado
&
Os muares transportam víveres aos seringueiros
No látex do vivió seduzido
Paira marchante a valsa dos índios
Dor corrente da água do mundo
Lágrima traiçoeira e veloz
Somente tão sozinha
Floresta perdida
Em régias vitórias de vivo carmesim
Montantes desconhecidos alados
Extraviados de vós.
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Martes, Noviembre 24, 2009 - 21:24
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Comentarios
Re: Aborígines
Olá, Anita.
Parece-me que falas por via reflexa, do homem civilizado.
Gostei.
Um abraço,
REF