Nostalgia
Brilhante caminho ao redor do monte
E a copa - taça que banha a escaldante leveza
Leva aos olhos o esplendor que acalma
Desconjuntado eixo de minha alma
Descontínuo
Descarrilhado
Sem percurso
Os frutos que por agora não desfruto
Estão secos
Estão podres
& murchos
Ao saber que por esperar não alcança
O segredo maior não espera-se – aceita
Vendo-se na jaqueta
Pobre artigo de luxo
Nem as costas cobria
O frio ainda ardia
E dessas árvores
Não dão-se frutos
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Martes, Diciembre 8, 2009 - 18:29
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Comentarios
Re: Nostalgia
Alma desconjuntada não produz frutos.
Gostei muito.
Parabéns.
im abrsço,
REF
Re: Nostalgia
Desconjuntado eixo de minha alma
Descontínuo
Descarrilhado
Sem percurso
A verdadeira sina do poeta!!! ;-)
Re: Nostalgia
Gostei muito deste poema.
Parabens por alguma nostalgia...
Um beijo
Re: Nostalgia
Gostei muito. Sublinho: "O segredo maior não espera-se – aceita". Faz pensar...