Sonambulando

O sonho noutra transa dormiu
E o tempo permanece trincado

Se a cachola gemesse
Em cacos continuasse
Não pense que gritaria seu nome
Talvez dissesse sutilmente
Mamãe

Entre colchões e amarras
Amaria outrem distante
Desse agora faria passado
Do nunca, ouvidos cegos
E esse instante jamais seria seu insano presente

Marcos Alves Lopes

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Miércoles, Febrero 10, 2010 - 10:50

Poesia :

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quitinho

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Comentarios

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Re: Sonambulando

Olá Quitinho
faz muito que não te lia
trouxes-te um poema convicto em ultrapassar com facilidade uma paixão não correspondida...forte convicção!
Um abraço
:-)

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Re: Sonambulando

Poema estranhamente exótico e sutilmente único. Adorei como colocastes as palavras e suas interpretações individuais.

Considerações, Anita.

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