“ Furor de brilhar ”

_ E como me transformo naquilo que vejo, assim se divide o luar:
Esparramado de encontro hás lágrimas;
Perfurando o silêncio, enfileirado nas armadilhas do sinal,
Que concede a dependência das cores novas, que, vivem nos amantes
Ultrapassados; na sabedoria inútil, perpassada pela nudez do passado...
“ Aqui, do outro lado, onde a morte se faz doce, pela carícia:
Suave, de um suspiro a terminar: Entre a talha da vida e o furor de brilhar”.

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Domingo, Febrero 28, 2010 - 21:26

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antonioduarte

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