“Alimento sem segredo”

Amando a viver
Ou porque vivo a correr;
Oxigenado badalando...
... De amor
Ou porque o tóco
De vez em quando...

Ali pode
Carniceiro
Nem carne que saiba ouvir
Nem curioso
Curriqueiro
Que não procure o dinheiro
Ou seja:
Um louco:
Afundado no tinteiro.

Como de mim foge a vida
Ou, como a vejo
D;um poço negro...
Largado em pradaria florida
Foge corrida
Em cada partida...
E aquele pedaço de céu!!
Fora da carne;
Do medo!!
Abriga-se de ultrapassar o degredo;
Que de Deus:
O alimento, sem segredo.

Tranquilidade que alimenta
Acesa ao fogo da presença.

***

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Domingo, Julio 18, 2010 - 18:17
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antonioduarte

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