Poesias Inéditas - Poemas dos Dois Exílios - Qual é a tarde por achar

Qual é a tarde por achar

Qual é a tarde por achar
Em que teremos todos razão
E respiraremos o bom ar
Da alameda sendo verão,

Ou, sendo inverno, baste 'star
Ao pé do sossego ou do fogão?
Qual é a tarde por voltar?
Essa tarde houve, e agora não.

Qual é a mão cariciosa
Que há de ser enfermeira minha —
Sem doenças minha vida ousa —
Oh, essa mão é morta e osso ...
Só a lembrança me acarinha
O coração com que não posso.

Fonte: http://www.secrel.com.br/jpoesia/fpesso.html

Submited by

Lunes, Septiembre 28, 2009 - 15:56

Poesia Consagrada :

Sin votos aún

FernandoPessoa

Imagen de FernandoPessoa
Desconectado
Título: Membro
Last seen: Hace 15 años 16 semanas
Integró: 12/29/2008
Posts:
Points: 745

Add comment

Inicie sesión para enviar comentarios

other contents of FernandoPessoa

Tema Título Respuestas Lecturas Último envíoordenar por icono Idioma
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - Enfia a agulha 0 1.525 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - Entre o luar e o arvoredo 0 1.241 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - Entre o sossego e o arvoredo 0 1.343 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - Epitáfio Desconhecido 0 1.056 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - Era isso mesmo 0 1.128 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - Eram Varões Todos 0 1.220 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - É um campo verde e vasto 0 1.625 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - Eu 0 948 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - Eu amo tudo o que foi 0 1.149 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - Eu me resigno. Há no alto da montanha 0 1.292 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - Eu tenho idéias e razões 0 1.682 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - Exígua lâmpada tranqüila 0 967 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - Falhei. Os astros seguem seu caminho 0 1.014 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - Doze signos do céu o Sol percorre 0 1.912 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - Durmo, cheio de nada, e amanhã 0 1.095 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - Durmo. Regresso ou espero? 0 1.279 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - E a extensa e vária natureza é triste 0 1.203 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - É boa ! Se fossem malmequeres ! 0 1.309 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - O Louco 0 1.128 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - Eh, como outrora era outra a que eu não tinha ! 0 1.005 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - É Inda Quente 0 1.028 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - E ou jazigo haja 0 988 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - É uma brisa leve 0 1.127 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - E, ó vento vago 0 706 11/19/2010 - 15:55 Portuguese
Poesia Consagrada/General Poesias Inéditas - Em outro mundo, onde a vontade é lei 0 1.311 11/19/2010 - 15:55 Portuguese