Tangência mútua

Escrivaninha maldita!
Por que aporrinhas tanto o espelho das letras?
Ao coice um vômito
Ao cerco um vidro partido à testa
Leves sonecas penetram lentamente vagarosamente
A ponta da caneta ao peito duro

Rústico são as taças com bebidas anciãs
Um escarro na cara e bofetadas da vergonha
Quando um sussurro susto
Opera a cisma
Inclina pescoços para receber guilhotinas
Decepas únicas paralelas cruciais levianas
Cargas descumpridas

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Martes, Diciembre 15, 2009 - 19:57

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Alcantra

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