AUTOANONIMATO

Conheci um certo Pessoa
que diante de tudo
que não poderia ser
sendo o que era
se reinventou em tantos
outros Pessoas
na sua infinita e voraz
fome de "Ser"
- Não lhe bastava -
E foi precisamente aí
diante do imponderável
que ele se ajustou
àquele décimo de instante mágico
- A pausa -
entre o Ser e o Não Ser
Onde o gênio roça de leve a loucura
que Ele se soube nada!
Depois, as velas de sua nau errante
apontaram o seu porto - finalmente:
Um autoanonimato
um ato supremo
um rito sagrado
a sua epifânia:
- Quem é Todos
- É ninguém!

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Jueves, Diciembre 17, 2009 - 19:19

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tajmahal

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