Quatro Rimantes

Apélo às competências, que o Mundo façam gritar;
Gritos de perdão, pelo nada da humanidade,
Pelas vozes caladas, que a humildade não deixa falar
E o futuro que chora, pelos maus tratos do passado...

Tenho pena que os cérebros te queiram deixar,
Nos teus passos impetuosos, pelo calçado que te dão;
Mas, é fora dos teus caminhos, que à montanha podem brilhar,
Sem saber se o seu brilho, alguma vez iluminará a Nação...

Com atênções viradas aos movimentos da bola,
Para todo o lado se querem virar;
Do Zé-povinho, só o retrato se enrola,
Apontando todos os lados, por onde se queira mostrar...

Vejo as cores da nicotina
Rebolando pelos corredores da memória
E em cada travessa, histórias de iroína
Cruzadas com o vermelho e com as rezas da história.

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Viernes, Abril 16, 2010 - 02:33

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antonioduarte

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