Em direcção ao horizonte

Uma aragem achada os anjos vai acordar;
Sua essência, no branco vai ficando gravada...
Todas as luzes, no céu, fazem melodia...
Querem brilhar;
Abrindo as pétalas da vida; à vida bem trabalhada...
- Todos temos uma voz que usamos à debandáda;
Mas, não é o som dela que trás cânticos de badalada...

O vento sibila em direcção ao horizonte;
Passa por mim, com pressa, sempre a falar...
Fala com as vozes, que bebem em cada fonte;
E espalha-se pela terra, para quem o ouve chorar...
Chora, chora...
Como ternura que o Mundo tem...
Tão tenra, tão tenra, que:
Ainda há quem lhe queira bem.

***

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Miércoles, Abril 28, 2010 - 23:07

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antonioduarte

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