“Sombra de Nada”

Vou cantando esta certeza
Ao longínquo além
P’las máguas disponho mesa
Mesa incerta, por beleza
Do fruto que o Mundo tem...

Mas a música tão bela
Embala meu coração;
Como o vento brisa a vela,
Voei ao encontro dela
Nas asas da solidão...

Melancólica e sombria
Perdida de emoção
Coroada na luz do dia
Chora a noite, desilusão...

Sei que tenho de partir,
Para viver a emoção
Difícil é decidir:
Qual destino:
Qual razão...

Tanto tempo sem chegar
Infínito, sem te ver...
-Nem me desejo parar,
Não me decido vencer.

***

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Miércoles, Mayo 26, 2010 - 16:11

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antonioduarte

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