VEIO NA ALVORADA

Eu te vi passar na minha rua
E o meu coração ficou na Lua
Ao ver o teu andar de menina
A fricção suave do teu vestido
Em nuvem de perfume embebido
Passos ligeiros de dançarina.

As tuas ancas estuantes dançavam
Teus belos olhos azuis,brilhavam
De mim não desviavas o teu olhar
Para mim, era como o prelúdio
Certo de não ter um repudio
Cero de te poder conquistar.

Já te sentia nos meus braços
Sereia presa nos meus laços
Lábios entre-abertos, provocantes
Seios de Deusa, descobertos.
Teu corpo tem chamas de veludo
Que aquecem o meu com agrado
Que não queimam e o conteúdo
Deixou meu coração extasiado.

Hoje, eu te vi mais uma vez
Tu me sorris-te com timidez
E eu fiquei eufórico de paixão.
Que mergulhou meus sentimentos
Em nuvens com fundamentos
De esperança que não era ilusão.

Do sonho, da esperança, à realidade
Nasceu um lindo amor de verdade
E assim nossos lábios se uniram.
Foi tudo como num conto de Fadas
Que esperei e veio na alvorada
E assim nossos corpos se fundiram.

A. da fonseca

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Domingo, Marzo 16, 2008 - 10:57

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alberto

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Comentarios

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Re: VEIO NA ALVORADA

Belas imagens da fantasia do poeta!

:-)

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Re: VEIO NA ALVORADA

Bem visto, pura fantasia.

obrigado Henrique

Alberto

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