VEIO NA ALVORADA
Eu te vi passar na minha rua
E o meu coração ficou na Lua
Ao ver o teu andar de menina
A fricção suave do teu vestido
Em nuvem de perfume embebido
Passos ligeiros de dançarina.
As tuas ancas estuantes dançavam
Teus belos olhos azuis,brilhavam
De mim não desviavas o teu olhar
Para mim, era como o prelúdio
Certo de não ter um repudio
Cero de te poder conquistar.
Já te sentia nos meus braços
Sereia presa nos meus laços
Lábios entre-abertos, provocantes
Seios de Deusa, descobertos.
Teu corpo tem chamas de veludo
Que aquecem o meu com agrado
Que não queimam e o conteúdo
Deixou meu coração extasiado.
Hoje, eu te vi mais uma vez
Tu me sorris-te com timidez
E eu fiquei eufórico de paixão.
Que mergulhou meus sentimentos
Em nuvens com fundamentos
De esperança que não era ilusão.
Do sonho, da esperança, à realidade
Nasceu um lindo amor de verdade
E assim nossos lábios se uniram.
Foi tudo como num conto de Fadas
Que esperei e veio na alvorada
E assim nossos corpos se fundiram.
A. da fonseca
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Comentarios
Re: VEIO NA ALVORADA
Belas imagens da fantasia do poeta!
:-)
Re: VEIO NA ALVORADA
Bem visto, pura fantasia.
obrigado Henrique
Alberto