QUE A POESIA ME DEIXE EM PAZ
Hoje, que a poesia me deixe em paz!
Não é que eu a abandone, não, eu volto.
Mas hoje, é um dia que me apraz
A esquecer como se escreve amor.
Desculpai-me, leitores e poetas
Mas as minhas portas estão abertas
E em minha casa pode entrar o calor.
O calor do amor, mais precisamente.
E em vez de escrever palavras doces
Daquelas que podem embalar corações.
Não hoje não vou, não quero escrever
Porque comigo tenho os ouvidos
De alguém que me ama e me veio ver.
Que chegou esta manhã , bem cedo.
E a esses ouvidos eu vou murmurar
As tais palavras doces que hoje não escrevo.
A. da fonseca
Submited by
Viernes, Marzo 21, 2008 - 11:51
Poesia :
- Inicie sesión para enviar comentarios
- 789 reads
Add comment
Inicie sesión para enviar comentarios
other contents of alberto
| Tema | Título | Respuestas | Lecturas |
Último envío |
Idioma | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Poesia/Amor | COM PALAVRAS DOCES | 2 | 1.234 | 03/11/2008 - 11:36 | Portuguese | |
| Poesia/Meditación | TUDO NASCE... TUDO MORRE | 2 | 1.102 | 03/11/2008 - 11:32 | Portuguese |






Comentarios
Re: QUE A POESIA ME DEIXE EM PAZ
O poeta é infinito
e a magia aparece nas palavras naturalmente…
:-)
Re: QUE A POESIA ME DEIXE EM PAZ
E quando elas não vêm.... inventam-se, não é assim Henrique?
Obrigado pelo comentário
Alberto