“Que o mar”

Que o mar cumprisse sem separar

O Estandarte branco de cada gente

Que visse a terra inteira e pudesse calar

O Império que a faz descontente

 

Que lavasse a voz em ventos de simplicidade

Mastigasse a fome em gemidos de viola

Aquando acresce, dormido, sobre a saudade

Sobre a voz dum povo que se estiola…

 

Pois que o mar, resgata brilhos nos olhos

Sorrisos e soluços, aonde tropeça ardor

Não respondendo ao acto de respirar

Nem ao estar, que exija esforço maior

Nem ao olhar, o assunto que desconhece

Ou, coração que ali padece.

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Sábado, Diciembre 18, 2010 - 02:50

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antonioduarte

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