Sonho
Ó como me soa distante,
a música que ouço entoar,
tão suave, tão pungente,
pelas fragas do meu pensar.
Silvo uníssono, cadenciado,
no rugoso leito dormente,
escorrendo ideias pelo emaranhado,
de um imenso rio silente.
Aqui os poetas deixam gritar,
os seus espíritos sedentos,
pela virtude dos momentos,
em que se vêm sangrar.
Escutam no vento os risos,
e na chuva ledo chorar,
são poetas, são tão míseros,
julgam saber sonhar.
Que credo têm no olhar?
Vendo saudades e amores,
sonham para acreditar,
que nunca morrem os sonhadores.
Assim corre, longe corre..
como um rio para o mar,
esta vida de sonhar,
que um sonho nunca morre.
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Martes, Febrero 22, 2011 - 17:04
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