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A Tristeza
Há tristeza,
chamo-a vento, ventania.
Não por ser fácil ou banal,
chamá-la assim,
mas porque sempre que surge,
quando se abate sobre mim,
parece-me igual.
Como pó seco,
levado no vento, ventania.
Que se espalha disperso,
pelo pão, pela palha,
pela folha, pelo verso.
A tristeza é assim ( não devia!)
mas, para quê negar a lágrima que cai,
que escorre rosto abaixo e despenha,
plim, plim, plim..
porquê ter de dizer não?
Ao que é e sempre foi, assim.
Se é vento, ventania,
que seja, ao menos verdadeira,
que seja tristeza que se vê.
a tristeza derradeira,
de acordar e chorar todo o dia,
sem ter motivo ou razão de quê.
Eu choro, quando chega,
e a lágrima caída em monotonia,
como a folha levada pelo vento, ventania,
cai assim, pois a lágrima não se renega.
É folha só, perdida, que irá depois cair.
Como eu, tal e qual,
não é nada diferente,
a tristeza é assim,
é igual!
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