Voltei a ser poeta

                                              

Depois de longas noites
E poucos sóis
Ainda Sou...
           Só...
           Sozinho...
           Solitário...
           Solidão...
Poeta de macarrão
Faz calor mesmo no Maranhão
E o sol que sair
Em dias nublados
Nos labirintos pessoais
A cada passo celebro Antonio Maria
E bebo água pura dos reatores de Tóquio
E janto com o menino Muamar
Logo após o incêndio dos corpos
Ainda lembro-me da minha infância
Das punhetas escondidas
E da fome escancarada...


Miguel Vieira 
 

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Lunes, Abril 18, 2011 - 13:55

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Miguel Vieira

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